11 de Maio de 2010

As 10 mais valiosas (segunda a revista Istoé Dinheiro em Maio/2010)

Publicado por You - Psicologia de Marcas em Sem Categoria, Valor de Marca, Clipping, consumo, Marketing

1ª Petrobras (o valor da marca responde por 4,38% do valor da empresa);
2ª Bradesco (o valor da marca responde por 14,37% do valor da empresa);
3ª Itaú (o valor da marca responde por 11,81% do valor da empresa);
4ª Banco do Brasil (o valor da marca responde por 13,92% do valor da empresa);
5ª Natura (o valor da marca responde por 39,98% do valor da empresa);
6ª Skol (o valor da marca responde por 27,25% do valor da empresa);
7ª Brahma (o valor da marca responde por 14,24% do valor da empresa);
8ª Perdigão (o valor da marca responde por 17,93% do valor da empresa);
9ª Casas Bahia (o valor da marca responde por 25,01% do valor da empresa);
10ª Sadia (o valor da marca responde por 18,74% do valor da empresa);

11 de Maio de 2010

As 5 marcas mais queridas pelos brasileiros (segundo a revista Istoé Dinheiro de Maio/2010)

Publicado por You - Psicologia de Marcas em Sem Categoria, Valor de Marca, Clipping, consumo

1ª Omo;
2ª McDonald’s;
3ª Petrobras/BR;
4ª Coca-Cola;
5ª Microsoft.

6 de Janeiro de 2009

Porque a linguagem gráfica funciona e como ela consegue cativar as pessoas.

Publicado por You - Psicologia de Marcas em Sem Categoria, Valor de Marca, CRM, Comportamento, consumo, Marketing

Muitas pessoas questionam o poder de persuasão da imagem gráfica e sua contribuição para o negócio das empresas. Alguns argumentam que investir em comunicação visual é secundário, pois não traz receitas para a empresa e em épocas de crise o procedimento padrão é cortar investimentos em qualquer tipo de comunicação. Outros não dão o devido valor ao trabalho criativo, não querendo pagar o preço justo por um trabalho que só faz melhorar a aparência, “perfumaria”.

Neste sentido, vale muito a pena esclarecer o mecanismo de ação das mensagens gráficas e subliminares, como os símbolos, ícones, cores, imagens e diversos tipos de mensagens e sensações - que os designers e publicitários utilizam em seu trabalho - na mente humana.

O cérebro humano pode ser (de uma forma generalizada) divido em mente racional e mente emocional, cada uma funciona de maneira diferente nas diversas situações às quais estamos expostos no dia-a-dia. Este funcionamento é extremamente complexo e, para o nosso propósito, basta destacar os pontos principais da mente emocional, que é a parte do cérebro humano que absorve a comunicação gráfica.

A mente emocional, também conhecida como o inconsciente, possui uma lógica associativa, por essa razão, é sensível a todo tipo de metáforas e imagens. Assim, a arte, a música, os romances, os filmes, peças de teatro etc. encontram uma via direta de comunicação com nosso inconsciente.
O processo primário de pensamento (conforme a classificação de Freud) está por trás de nossas paixões, como a religião e o futebol. Na mente emocional, tudo é atemporal e sem causa e efeito, nela tudo é possível; as coisas não precisam, necessariamente, de uma definição objetiva, o mais importante é como as coisas são percebidas. No inconsciente, as coisas são como parecem ser, ou seja, para a nossa memória, é mais significativo como percebemos as coisas ao nosso redor do que o que o que estas coisas realmente são.

A mente racional procura fazer conexões lógicas entre causa e efeito, já a mente emocional não faz esse tipo de diferenciação. O raciocínio emocional é como o de uma criança: categórico, sem meio termo. É um raciocínio personalizado: “tudo que acontece, acontece para mim, em minha direção.”, o observador é o centro dos acontecimentos. É um modo de pensar quase autoconfirma, se agarra a tudo que possa reforçar sua crença e nega tudo que possa abalar essa crença. A mente racional, ao contrário, não possui crenças firmes, tudo pode ser confirmado ou substituído, o tempo todo, a a cada novo acontecimento, o que convence a mente racional são os fatos objetivos e não as experiências.

Os fatos percebidos pela mente emocional tornam-se verdades absolutas, sendo eles percebidos como bons ou ruins, daí ser tão difícil argumentar com alguém que está sob o efeito de uma paixão, assim os pensamentos se autojustificam por uma série de percepções e de “provas” convincentes que a própria pessoa associa aos fatos da memória emocional.

E é por este canal que se percebem as marcas, é por este canal que as memorizamos e associamos tudo o que acontece com as empresas e nossas experiências,boas ou ruins, com seus produtos e serviços. Através da mente emocional construímos nossa percepção, nossa “verdade inabalável” sobre as empresas com as quais temos contato.
Portanto, cores, textos, formas, símbolos, ambientes, assinaturas sonoras e aromáticas, experiências táteis e gustativas e toda a sorte de contatos com as marcas e seus componentes que sejam capazes de gravar na mente emocional, boas memórias e sensações, terão a capacidade de nos fidelizar, gerando novas vendas e facilitando a aceitação de um preço mais elevado pela renovação destas experiências.

A comunicação de arcas trabalha na mente das pessoas sem que elas se dêem conta e com uma força muito maior que a razão jamais poderá alcançar.

13 de Fevereiro de 2008

Avaliação de Marcas

Publicado por You - Psicologia de Marcas em Sem Categoria, Valor de Marca

- Por que investir somas importantes na criação e construção de marcas?
- Como vender minha empresa pelo preço justo?
- Como aumentar o valor das ações de minha empresa de maneira segura?
- Qual o retorno sobre os investimentos em marca?

A You - Psicologia de Marcas, com a experiência de nossa consultoria, a segurança e a credibilidade de quem constrói marcas e comunicação de marca, desenvolvemos um método próprio e eficiente de avaliação de marcas. Juntamos todas as características dos principais métodos do mercado, eliminamos todas as formalidades complicações desnecessárias e criamos o nosso método.
A construção e o gerenciamento de marcas são a melhor resposta para as perguntas acima. Fale com a You e descubra o valor de seus investimentos.

26 de Janeiro de 2007

SUA EMPRESA GASTA OU INVESTE? GANHA OU PERDE TEMPO?

Publicado por You - Psicologia de Marcas em Sem Categoria, Planejamento

» Texto por Erivan Santos (*)

Estamos vivendo tempos difíceis. Um tempo em que investimento virou gasto. Um tempo em que as pessoas não investem nem em si mesmas. Não se dão tempo. Não dão atenção a pequenos detalhes, tudo é feito com pressa, e “gastando-se” o mínimo possível. As empresas têm orgulho em anunciar que fizeram lançamentos em curtíssimo espaço de tempo e com baixíssimo custo.

É uma pena, pois desde grandes construções a simples canetas, tudo é feito sem riqueza, sem charme. Me deixa triste ver que a maioria dos produtos e serviços que temos hoje são de baixa qualidade.

Esta correria “internética” tornará cada vez será mais raro ver marcas sendo construídas em razão da qualidade de seus produtos. Hoje não se contrata um bom designer, um bom decorador ou até mesmo um bom marceneiro por sua qualidade técnica, mas sim pelo preço.

Comprar pelo preço ou vender pelo preço é o que está desequilibrando a relação “custo x lucro” e fazendo com que as empresas percam a fidelidade de seus clientes.

As empresas disponibilizam produtos de baixa qualidade para reduzir custos e conseguir um preço final competitivo, aceitando margens de lucro reduzidas. Dentro destes “custos” estão os salários cada vez mais baixos que corroem o poder de compra dos consumidores que têm que abrir mão de suas preferências e comprar produtos mais baratos.

Na redução de “custos” muitas empresas englobam o que, na verdade, deveria ser classificado como investimentos: comunicação, pesquisa e desenvolvimento e design (gráfico e de produto), fazendo com que o valor de marca se perca ou nem chegue a ser construído.

Este é um ciclo vicioso difícil de ser quebrado. O problema talvez não seja tão simples de ser resolvido - afinal envolve uma imensa cadeia. Contudo, está mais do que na hora de pararmos para refletir e desacelerar, não há como ter bons lucros, conquistar a preferência dos consumidores e construir valor de marca, pagando baixos salários, reduzindo a qualidade dos produtos e mantendo o diferencial no preço.

Um abraço e até a próxima coluna.

(*) Erivan Santos (www.youcomunicacao.com) - Designer gráfico de formação, ajudou a desenvolver o departamento de embalagens do laboratório Novartis Biociências. Já atuou na área de criação de algumas das melhores agências de publicidade de São Paulo/SP. Fundou a Madhouse PackWorks em 2001 e atua também como Consultor de Marcas em sua própria consultoria, a You - Psicologia de Marcas.